27 de Abril, 2025 12h04mNoticias por gazetanews

Município investe "pesado" no hospital de Costa Rica, mas regionalização da saúde tornou um desafio

Da Redação - A cidade de Costa Rica, conta atualmente com um  sistema de saúde acima da média dos outros municípios, tendo como referência até 35 ou 40 mil habitantes.

Fundação Hospitalar de Costa Rica.
Fundação Hospitalar de Costa Rica.

Da Redação - A cidade de Costa Rica conta atualmente com um  sistema de saúde acima da média dos outros municípios, tendo como referência até 35 ou 40 mil habitantes. De 2024 para cá, a Fundação Hospitalar de Costa Rica, tornou o hospital referência da região  - ou seja, a conhecida regionalização da saúde. 

O prefeito de Costa Rica, Cleverson dos Santos decidiu investir forte na saúde, e hoje, nesse ano de 2025, nada mais, nada menos, são de 27 a 29 milhões de reais repassados a Fundação Hospitalar por ano. Desse valor, pelo menos 18 milhões são dos cofres públicos do município. 

Na Fundação Hospitalar de Costa Rica, são 60 leitos, e desses, dez leitos são na UTI - Unidade de Terapia Intensiva. Tá virando rotina, os leitos sempre ocupados, e os corredores do hospital muito movimentados, por pacientes e profissionais da área da saúde. Na verdade, o hospital está sempre no seu limite máximo. 

Não conseguimos saber como estão as finanças do hospital, mas, temos informações que a Prefeitura de Costa Rica, a pelo menos a cada 3 meses - envia recursos extraordinários, ora da União, do Estado e da própria Prefeitura. 

REGIONALIZAÇÃO - Nos últimos 10 meses, a Fundação Hospitalar passou a operar no sistema de regionalização da saúde, isso significa que pacientes de outros municípios são enviados para a Fundação Hospitalar, Não vai para Coxim ou Paranaíba, pacientes estão sendo enviados para Costa Rica, e isso eleva os custos da saúde. O Estado repassa valores adicionais para compensar essas despesas, mas nem sempre são suficientes, e a “rebarba" desses custos, quase sempre ficam na conta da Prefeitura Municipal de Costa Rica. É necessário que todos os municípios que participam da regionalização envie recursos para subsidiar os custos. Não temos essa informação quais municípios colaboram com a Fundação Hospitalar. 

Quando Costa Rica, admitiu enfrentar o desafio de ser a referência regional na área de saúde curativa, chamando para si - atendimentos como internações e cirurgias, isso demonstrou grandeza. 

Os municípios de Cassilândia, Camapuã e Chapadão do Sul se apequenaram, mas a administração pública de Costa Rica foi valente, mas precisa de ajuda, necessita ampliar a parceria com os governos Federal  e Estadual, e a participação financeira dos municípios que envia pacientes. 

SUS - O SUS repassa recursos para todos os municípios, mediante um sistema chamado faturamento na área de saúde. Ocorre que o paciente dá entrada, por exemplo no hospital da cidade “x”, e esse município vai receber do governo federal por ter atendido esse paciente. Mas, quando esse paciente, teve que ser transferido para outro cidade, nesse caso Costa Rica, o município da regionalização. E os custos desse paciente, no novo hospital  o SUS faz a reparação? Ou cabe ao município de origem custer essa despesa? A politica do SUS é abrangente, e cabe nesses casos uma administração eficiente do hospital de Costa Rica e da Secretaria Municipal de Saúde. A conta é simples. Cada paciente deve ter atendimento digno; mas, o sistema nacional que regula a saúde, prevê que os custos devem ser reparados ao município que prestou os serviços. 

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Na Fundação Hospitalar de Costa Rica, tem o setor de hemodiálise que passou a ser efetivo, a partir de 2021, e que tem capacidade para atende até 30 pacientes cadastrados. São pacientes de Costa Rica e cidades vizinhas. Para custear esses serviços, o governo federal repassa um ajuda financeira mensal. Quanto a UTI, o governo do estado também contribui, inclusive com um valor excedente de 250 mil reais, que é repassado ao Fundo Municipal de Saúde. 

 A verdade é que saúde é um serviço caro, e a administração pública de Costa Roca passou a enfrentar como um desafio, e fica até vulnerável com um único hospital funcionando. Os postos de saúde do município estão sempre lotados de pacientes, e o atendimento é prestado, as pessoas são atendidas, não falta profissional de saúde. 

TÁ NA HORA - Costa Rica precisa de um novo hospital, uma nova opção, mesmo que seja particular e com cotas pelo SUS, e com a participação da Prefeitura. O prédio onde funcionou por anos a Clínica Santa Rita, pode ser uma opção para que a cidade tenha o segundo hospital. 

FUNDAÇÃO HOSPITALAR - A administração do hospital precisa  ser eficiente na gestão financeira, classificar com equilíbrio e bom senso os profissionais de saúde, em especial da área médica, sempre com o profissional com poder de decisão e resolução no pronto socorro. Um médico recém formado (com 1 ano ou menos de CRM), não pode ficar sozinho no pronto socorro. O sistema de saúde no Brasil está sempre deficitário, é só olhar o que está acontecendo na Santa Casa de Campo Grande - um caos financeiro. A vida humana deve ser sempre a prioridade. Mas, é necessário o controle financeiro, 

 

 

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