18 de Outubro, 2025 15h10mNoticias por gazetacrnews

Mulher é morta por agiotas em MT

Da Redação - Eliane vinha recebendo ameaças por telefone, depois que contraiu empréstimos com agiotas. O marido de Elaine Barbosa de Oliveira, 53, detalhou que ela recebia há algumas semanas ameaças de agiotas.

Da Redação - Eliane vinha recebendo ameaças por telefone, depois que contraiu empréstimos com agiotas. O marido de Elaine Barbosa de Oliveira, 53, detalhou que ela recebia há algumas semanas ameaças de agiotas. A informação consta no boletim de ocorrência registrado por ele, na madrugada desta sexta-feira (17), horas depois de a vítima desaparecer, em Várzea Grande.

Conforme informações, a empresária saiu de casa na noite de quinta-feira (16), em sua caminhonete Ranger. O marido estranhou a demora no retorno e que a mulher não atendia mais as ligações. Assim, acionou a polícia e comunicou o desaparecimento, bem como as ameaças. No documento policial não consta o valor devido pela vítima aos credores.

Como a mulher havia sumido com a caminhonete, as investigações começaram a ser feitas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derfva) e logo o veículo foi achado em uma estrada rural, na comunidade barra do Pari, Distrito do Sucuri, Cuiabá.

A poucos metros da Ranger, o corpo da mulher foi encontrado ensanguentado. A vítima tinha múltiplos sinais de perfurações por arma branca na região das costas e na região do peitoral. Além disso, havia lesões de espancamento e o olho esquerdo extraído.

Elaine Barbosa vestia um vestido leve quando foi achada e descalça. O par de chinelos cor-de-rosa estava no caminho entre a caminhonete e o local onde a vítima foi encontrada caída de bruços. A estimativa é que ela tenha sido assassinada por volta de 22h30.

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A Ranger foi encaminhada para perícia e o corpo levado ao Instituto Médico Legal (IML). Nada de valor foi levado.
Com a morte confirmada, o caso passa a ser apurado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Recado

Na caminhonete prata, os suspeitos escreveram “agora tá pago”. A mensagem estava riscada na lataria do capô.

Reprodução. 

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