Portas Giratórias: Mulheres tiram as roupas para entrarem em agências bancárias
Nesse dia 18, aconteceu na cidade de Aquidauana, interior de MS.

Nesse dia 18, aconteceu na cidade de Aquidauana, interior de MS. Mas são vários ocorrências pelo o Brasil, a irritação com as portas giratórias de agências bancárias, que travam e tocam o alarme, e mesmo a pessoa já ter tirado tudo – faltando tirar apenas a roupa.
Da Redação - Uma mulher de 51 anos foi encaminhada para a delegacia na manhã desta terça-feira (18) depois de tirar a roupa e ficar apenas de calcinha e sutiã dentro de uma agência do Banco do Brasil em Aquidauana, a 140 quilômetros de Campo Grande. A cliente teria se irritado com a porta giratória, que travou várias vezes.
Segundo a Polícia Militar, a mulher chegou no local nesta manhã, mas não conseguiu passar pela porta giratória. O segurança do banco pediu para ela tirar alguns pertences e verificar se não possuía moedas ou celular que pudesse estar travando a porta.
Nervosa, a cliente não gostou da sugestão e acabou tirando a roupa para conseguir entrar na agência. Um dos funcionários acionou a Polícia Militar que orientou a mulher e a encaminhou para a Delegacia de Polícia Civil da cidade, onde foi registrado um boletim de ocorrência de ato obsceno.
Já na delegacia, mais calma, a mulher percebeu que estava havia se exaltado, se desculpou pela ação e agradeceu por ter sido atendida normalmente pelo banco e pelos policiais.
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A auxiliar de enfermagem Michele Patrícia dos Santos ficou seminua em 2010 para poder entrar em uma agência da Caixa Econômica Federal no centro comercial de Aracaju. O ato foi uma espécie de protesto após as diversas tentativas de tentar passar pela porta giratória.
Michele, que ficou de sutiã e calcinha na frente do banco, contou que a porta giratória travou e o segurança pediu a ela que colocasse seus pertences na caixa ao lado da entrada. Mesmo assim a porta não rodou. Segundo a auxiliar de enfermagem, o segurança continuou insistindo para que ela retirasse os objetos de metal de sua bolsa, mesmo que ela negasse que tivesse algum pertence com o material.
“Joguei tudo no chão e nem assim eu consegui entrar. E eu precisei tirar a roupa e nem sem roupa eu conseguir entrar”, disse Michele. Ela reclamou ainda que o gerente da agência apareceu apenas após a chegada da Polícia Militar e teria defendido o segurança. “Estou me sentindo humilhada… eu tenho certeza absoluta que não errei. Foi humilhante demais.”
A Caixa Econômica Federal em Sergipe informou que já está apurando o caso.
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