Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Costa Rica: Idoso morreu deixou R$ 7 mil para amigo

O dinheiro estava dentro de livro, meias e calçados, bem escondido.

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O dinheiro estava dentro de livro, meias e calçados, bem escondido.

Local - No ano passado, em 2015, mais precisamente no dia 12 de setembro, veio a falecer em Campo Grande, o idoso Enoque Tavares da Silva. Enoque morava em Costa Rica, residia na antiga casa do artesão. O idoso de 67 anos, morava sozinho, não tinha parentes em Costa Rica. Mas mantinha algum contato com dois irmãos que residem em São Paulo, mas nunca vieram visitá-lo.

Enoque era diabético, homem de personalidade forte, e dizia a quem ele tinha confiança: "Olha, já matei 3 pessoas, não admito ser humilhado, por isso matei". Mas aqui viveu tranquilo, pois as autoridades não sabiam dos crimes. No velório, um dos irmãos esteve presente, e em "off" confirmou a um aigo leal de Enoque, que ele havia mesmo cometido três homicidios. 

Enoque passava o dia sentado na frente do lugar onde ganhou para morar, na casa do artesão, a Rua Tércio Teixeira Machado. Tinha amigos, e um dessesamigos, Claudio Clarindo Neri, hoje com 39 anos de idade, o conhecido "Claudinho". Esse amigo cuidava dele, pois tomava remédios, e o mesmo amigo o acompanhava sempre para receber a aposentadoria, e lhe ajudava em outros afazeres.

Num certo dia, já no final do mês de agosto de 2012, Enoque começou a passar mal, foi para o hospital quando ficou internado, e dias depois foi encaminhado em estado grave para Campo Grande. Na capital foi internado no Hospital Regional, onde veio a falecer.

Antes de morrer disse a seu amigo leal, que estava presente nas horas dificieis. "Olha Claudinho, quando eu morrer você paga o funeral, e procua olha dentro de todos os livros, olha as minhas meias e calçados, não deixa nada sem olhar". O amigo não sabia o que ele queria dizer. 

Com a morte de Enoque, o irmão que esteve no velório, disse, você Claudinho fique com todas as coisas do meu irmão, pois não queremos nada. Assim foi feito. Claudinho ao revistar as roupas e livros, encontrou sete mil reais que estavam guardados.

Dentro de um livro com o título: "Vida de Cristo", tinha quinze notas de cem reais. Nas meias e calçados ele encontrou mais dinheiro, e que totalizou R$ 7 mil. 

Claudio foi amigo leal, nunca abandonou o idoso, e até foi visitá-lo em Campo Grande. E por isso foi recompensado.

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