Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

José Edson fala das mentiras que o governo propaga para à população sobre a Reforma da Previdência

O sindicalista diz que é necessário a reforma, mas não na forma que está sendo proposta.

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José Edson fala das mentiras que o governo propaga para à população sobre a Reforma da Previdência

O sindicalista diz que é necessário a reforma, mas não na forma que está sendo proposta. O Governo tem por obrigação fazer a sua parte, reduzindo gastos e cortar despesas desnecessárias.

Da Redação – É do conhecimento da maioria do povo brasileiro que o governo de Michel Temer, tenta a todo custo aprovar no Congresso Nacional a reforma da Previdência Social, que estende a todos os sistemas de aposentadorias públicas.

Ocorre, que a proposta que o governo tenta aprovar, e não consegue o apoio na maioria dos deputados é perniciosa ao trabalhador brasileiro, é o que diz o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Costa Rica, o ex-vereador José Edson.

Para o presidente do Sindicato, o governo não revela a verdade ao povo brasileiro, e não explica, que ele governo vem saqueado os cofres públicos para se manter no poder. Edson admite que reformar a Previdência é necessário, e deve começar acabando com os privilégios daqueles que recebem “muito dinheiro” com aposentadorias e pensões.

As mentiras que o governo propaga, na opinião do presidente do Sindicato.

Mentira: Os servidores públicos contribuem pouco.

Verdade: Todos os servidores públicos que ingressaram no serviço público antes de 2013, pagam 11% do total da sua remuneração para a Previdência. A contribuição máxima no setor privado é de R$ 608,44, independentemente do valor do salário. O que ocorre no setor público é o fato que uma boa parte desses, os ocupam cargos de destaque, ganham muito alto com aposentadorias e pensões. Deve ser fixado um teto, confirme a Constituição prevê – pouco mais de 33 mil reais.

Mentira: Os servidores públicos aposentam cedo.

Verdade: Desde 1988, servidores públicos têm que ter idade mínima para se aposentar. 60 anos os homens e 55 anos as mulheres. O tempo de contribuição é de 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres. A classe do magistério de tem a prerrogativa de 5 anos a menos. No regime geral pode se aposentar até com 15 anos de contribuição.   

Mentira: A reforma iguala a aposentadoria dos servidores públicos à dos demais trabalhadores.

Verdade: A equiparação já foi realizada há anos. Quem ingressou no serviço público de 2013 em diante, só terá aposentadoria acima do teto do INSS, caso contribuam para planos complementares.

Mentira: Não há alternativa à Reforma para evitar o rombo nos cofres da Previdência.

Verdade: O governo não revela à população que deixa de arrecadar R$ 427,5 bilhões dos grandes devedores da Previdência e que distribui benefícios tributários para grupos econômicos privilegiados, como bancos e outras empresas. O governo prefere sacrificar a classe trabalhadora.

Mentira: Sem a reforma o país vai quebrar.

Verdade: O ministério da Fazenda revelou que o INSS deixou de arrecadar R$ 57,7 bilhões com isenções e renuncias fiscais no ano passado. Quando o trabalhador não paga os seus impostos ou contrai qualquer dívida com o governo, o nome fica no CADIM. O tratamento não é o mesmo dado aos grandes empresários que deve milhões ou bilhões, é perdoado com isenções ou renuncias fiscais. Justamente são esses empresários que financiam as campanhas eleitorais dos políticos. Em 10 nos de perdões e renuncias fiscais, que o governo concedeu a esses empresários, os valores perdoados, hoje faz falta aos cofres da Previdência.

Mentira: A reforma vai atingir somente os marajás.

Verdade: Os maiores prejudicados serão os trabalhadores da iniciativa privada. O governo esconde que a maior parte da economia pretendida de R$ 476 bilhões virá das alterações do Regime Geral.

Mentira: Sem a reforma não haverá dinheiro para a saúde e educação.

Verdade: A Medida Provisória 795/17, o governo abriu mão, até 2040, de arrecadar até 1 trilhão de reais em favor das petrolíferas, como a Shell e outras. O valor que o governo deixou de arrecadar para beneficiar grandes empresas é mais do que o dobro do que pretende economizar contando aposentadorias e pensões.

Mentira: A reforma não atingirá os direitos dos trabalhadores.

Verdade: A reforma, da forma que está proposta, e se aprovada, vai impor o endurecimento na concessão de benefícios; redução nos valores dos benefícios; para um trabalhador se aposentar com 100% (integralidade), ele terá que contribuir 40 anos. Quem contribuir com 15 anos, irá receber apenas 60% do salário benefício.

Edson defende que o governo amplia a discussão, corte privilégios já, de imediato daqueles que ganham acima do teto (33 mil reais), acabem com as aposentadorias especiais, inclusive com salários de políticos, juízes e magistrados que recebem acima do teto. Ele, Temer aposentou com 54 anos de idade, e agora quer liderar o movimento para penalizar a todos?

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