Produtores reclamam: Vigilância Sanitária proíbe vendas de produtos de origem animal no Mercado do Produtor
Da Redação - O Mercado do Produtor de Costa Rica foi inaugurado em 2001/2002, depois de ser construído com recursos do governo fe





Da Redação - O Mercado do Produtor de Costa Rica foi inaugurado em 2001/2002, depois de ser construído com recursos do governo federal. O projeto iniciou em 2000, mas os recursos só foram liberados no ano seguinte. O Mercado do Produtor tem como objetivo, ou deveria ter, proporcionar condições de instalação para os pequenos produtores do município comercializar produtos produzidos na zona rural, consistindo em oportunidade de renda.
Além dos hortifrutigranjeiros, o produtor comercializa a carne de porco, ovos, mel, queijo, a galinha ou frango, constituindo assim em uma opção para atender a procura por esses produtos. A lei estadual n° 1.232, de 10 de dezembro de 2001, dispõe sobre o serviço estadual de inspeção sanitária, que é utilizada pelo município de Costa Rica, para fiscalizar a comercialização dos produtos de origem animal.
No mês de novembro de 2019, a região de Costa Rica foi acometida por um surto de morcegos que contaminou alguns animais tipo bovinos, transmitindo a raiva, e pelo menos 45 animais apresentaram os sintomas de contaminação, com quatro mortes.
Com esses acontecimentos, o serviço de Vigilância Sanitária do município de Costa Rica proibiu a venda de todos e quaisquer produtos de origem animal no Mercado do Produtor. Com isso, os produtores que ali comercializam seus produtos estão "sofrendo na pele", a redução das vendas, e até prejuízos. "Eu vendia de mil a mil e duzentos reais; agora, estou vendendo 400,00", disse um dos produotres que pede por uma solução. O município de Costa Rica tem a regulamentação do SIM, que é o selo de inspeção sanitária.
Em certas situações, por prevenção, são necessárias algumas medidas, para proteger à população. Mas, o município não pode inviabilizar à atividade comercial desses spequenos produtores sem oferecer uma solução para que eles possam legalizar a licença para vender seus produtos.
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