Membro do PCC em Costa Rica ordenou a morte de Dilson Lima em 2018
Morte foi premeditada, disse tio da esposa de Dilson. Policia Civil está investigando.
Morte foi premeditada, disse tio da esposa de Dilson. Policia Civil está investigando.
Da Redação – Em 30 de agosto de 2018, por volta das 2h00 da madrugada, o trabalhador Dilson Lima Soares, 49 anos, foi assassinado quando chegava na sua casa, a Rua Santa Emilia, 176, no Residencial Cachoeira, na cidade de Costa Rica.
Naquela oportunidade, vizinhos ouviram tiros, e perceeram que uma motocicleta saiu em disparada, logo após os disparos. Duas balas acertaram a vítima, que morreu no local.
Na época, a Policia Civil de Costa Rica, assumiu o caso e passou a investigar todas as evidências e suspeitas. Na época o delegado que chefuava às investigações Dr. Alexandro Mendes Araújo, e sua equipe. Logo que Cleverson dos Santos, assumiu a titularidade da delegacia de Costa Rica, e passou a "focar" e alguns crimes que ainda não haviam sido esclarecidos. Um desses casos, é o assassinato de Dilson Lima.
Passados dois anos do assassinato, a Policia Civil de Costa Rica, divulga que o caso está esclarecido. O nome do assassino já foi revelado, conhecido por "Jefinho", e que está preso. Um outro comparsa, deve ser preso nas próximas horas. A policia chegou a prender dois suspeitos.
A Policia apurou que Dilson foi morto por ter "assediado" uma sobrinha de um membro do PCC que mora em Costa Rica. Essa pessoa, ao tomar conhecimento do assédio, levou o caso ao "tribunal do crime"
Na madrugada de quinta-feira (30), por volta das 02h00, Dilson Lima Soares, 49 anos, chegava do trabalho, e fazia rotina de todos os dias. Desceu do ônibus próximo a sua casa, e quando andou alguns metros, foi alvo de um atirador que disparou 3 vezes. Duas balas no peito e uma no braço. Dilson morreu no local.
Vizinhos a casa de Dilson ouviram os tiros, e também perceberam que uma moto saiu em disparada logo após os disparos de arma de fogo. Isso leva a crer que uma pessoa esperava Dilson para matá-lo.
Dilson estava casado com uma comerciária. Apuramos que a esposa da vítima teve outro relacioanmento, mas que não figura como suspeito.
A vítima trabalhava em uma empresa que presta serviços para usina Atvos em Costa Rica. Ele mantinha uma rotina, chegava sempre pela madrugada em casa.
O corpo de Dilson foi sepultado no final dessa manhã (31), no cemitério local.
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