Assassinato da pedra pode ter uma terceira pessoa
O assassinato brutal que ocorreu em Costa Rica, na madrugada do último sábado, dia 23, quando a dona de casa Yara Silva Correia, de 19 anos, mãe de duas crianças menores de idade, um com cinco anos e outra com 3 anos, e que está sendo acusada de

O assassinato brutal que ocorreu em Costa Rica, na madrugada do último sábado, dia 23, quando a dona de casa Yara Silva Correia, de 19 anos, mãe de duas crianças menores de idade, um com cinco anos e outra com 3 anos, e que está sendo acusada de ter cometido o crime, que teve como vítima fatal Sebastião Carlos Pereira de Oliveira, 42 anos, residente no estado de Goiás, e com apenas quatro meses em Costa Rica, além do irmão de Yara, Jorge Augustinho Silva, 38 anos, pode ter uma terceira pessoa na cena do crime.
A Policia Civil de Costa Rica investiga o caso, e mantém presa Yara Silva Correia, que era mulher da vítima, e que em depoimento a policia confessou o crime, afirmando que ela e seu irmão Jorge haviam matado Sebastião, que dormia, arremessando uma pedra de aproximadamente 40 kg na cabeça do mesmo.
O crime ocorreu no bairro São Francisco, numa residência localizada a Rua Francisco Martins Carrijo, de frente para a praça Antônia Esmelinda Martins.
O CASO
Yara, os filhos e Sebastião chegaram em Costa Rica à aproximadamente quatro meses, vindo da cidade de Jatai - GO, passando por Cassilândia, antes de fixar residência na Vila São Francisco.
Apuramos que Yara não é usuária de drogas, mas fuma cigarros e consume bebida alcoólica, ao contrário de Sebastião, que era usuário e com fortes indícios de ser também traficante de drogas.
Sebastião mantinha Yara em cárcere privado, não deixando a mulher sair de casa, e ainda a espancava e batia nas crianças. No último episódio, jogou um chá quente no garoto de 5 anos, que está com queimaduras no rosto. As crianças estão na Lar Abrigo, e a guarda já foi retirada da mãe.
Apuramos que Yara pode ter ligação com uma terceira pessoa, devido ter entrado em contradição em seus depoimentos, pois primeiramente disse que ela e o irmão havia matado Sebastião, pelo fato do mesmo, espancar ela e os filhos continuamente, além de ameças de morte. Ocorre que tanto Yara e o irmão Jorge não conseguiriam carregar a pedra sozinhos, e aí surgiu o nome de uma outra pessoa que está sendo investigada pela policia.
Yara passou a ter uma vida conjugal com Sebastião com apenas 11 anos de idade, e com quatorze anos foi mãe pela primeira vez.
Apuramos que a família não se alimentava com regularidade, faltava comida, e as crianças não frequentavam escola.
O irmão de Yara, Jorge, veio para Costa Rica a chamado da irmã, para que pudesse ficar com ela, devido as constantes ameaças de Sebastião. Mas Jorge, que recebe auxilio-doença do INSS, teve o seu cartão do beneficio sequestrado por Sebastião, que de posse da senha, passou a receber a quantia depositada nos meses anteriores.
Apuramos ainda que Sebastião e a terceira pessoa que está sendo investigada, deveriam ter uma relação de sociedade no comércio de drogas, e que Yara possa ter recorrido a este para se livrar do marido violento.
O advogado Ramiro Piergentile Neto, que foi chamado por Yara no dia seguinte ao ocorrido, e a ele foi dito uma versão, inclusive onde estava enterrado o corpo da vítima, e assim procedendo, conduziu a mulher de Sebastião e o irmão até o delegado de policia Dr. Cleverson dos Santos, apresentando-os, para que os procedimentos legais fossem proferidos.
Dr. Ramiro, no desenrolar dos fatos, ao tomar conhecimento que Yara pode não ter falado a verdade, ocultando a participação de uma terceira pessoa no assassinato, resolveu não advogar mais para ela, passando a defender somente o irmão Jorge, que já está livre e já saiu do município.
