Pedido de prisão de João Amorim deve ser feito nos próximos dias
Campo Grande – Estão em andamento em Mato Grosso do Sul duas operações que investigam o envolvimento de políticos e

Campo Grande – Estão em andamento em Mato Grosso do Sul duas operações que investigam o envolvimento de políticos e empresários com corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações e pagamento de propina.
Nesse circulo, está o empresário João Amorim, irmão da deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB). O empresário é o proprietário da Proteco Construções, empresa que mantinha ou mantém a maioria dos contratos de obras com o governo de MS, e também com a Prefeitura de capital.
As operações Lama Asfáltica, que está sob a responsabilidade da Policia Federal e Coffee Break que é coordenada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Os advogados de João Amorim protocolaram junto ao Tribunal de Justiça petição para que seja negada eventual prisão dele. O pe4dido foi feito, segundo os advogados, com base em boatos de que o GAECO estaria tentando prender o empreiteiro.
João Amorim prestou depoimento ao GAECO em 25 de agosto, e na última quinta-feira (24), a sua secretária Elza Soares, também foi ouvida pela policia.
Os boatos que circulam na capital é que o cerco fechou e que João Amorim deverá mesmo ser preso, e que também outras pessoas investigadas pode ter o mesmo destino.
Amorim é acusado de ser um dos caixas financeiros de vários políticos do estado, principalmente do ex-governador André Puccinelli, e é suspeito de ter sido o mais influente investidor para cassar o mandato do ex-prefeito Alcides Bernal.
O desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva deve pronunciar sobre a petição protocolada pelos advogados de Amorim.
