Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Dinheiro da corrupção: Vereador Chocolate gastou R$ 400 mil com carros e imóvel

O vereador “Chocolate” embolsou R$ 400 mil pagos a ele por votar na cassação do prefeito Alcides Bernal, e foi as compras.

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Dinheiro da corrupção: Vereador Chocolate gastou R$ 400 mil com carros e imóvel
Vereador Chocolate, da cidade de Campo Grande|Créditos: Fabiano Inove
O vereador “Chocolate” embolsou R$ 400 mil pagos a ele por votar na cassação do prefeito Alcides Bernal, e foi as compras. Esse vai ser execrado pelo povo no próximo ano! Você acredita?

Da Redação – Será que o Brasil ainda tem jeito? Eis ai uma boa pergunta. A corrupção está de mamando a caducando. Uma pesquisa mostra que aproximadamente 28% dos políticos ainda são honestos. Os outros sessenta e dois por cento estão na “vala da pouca vergonha”.

Uma denúncia, feita pelo motorista do vereador Waldecy Batista, conhecido “Chocolate”, da cidade de Campo Grande, capital de MS. O senhor Evandro Batista da Silva, em depoimento a policia disse que ficou surpreso com ascensão patrimonial do vereador o qual ele servia como motorista. Ele se refere a “Chocolate”, nome parlamentar do vereador filiado ao PTB de Campo Grande. Disse o motorista: “Logo que passou a cassação do prefeito Bernal, o vereador comprou e pagou a vista uma casa por R4 80 mil no bairro Nashiville, e ainda gastou mais 50 mil reais na reforma do imóvel. Adquiriu um veículo Hyundai HB20 pelo valor de R$ 38 mil, pagos a vista. Comprou ainda um veículo Toyota SW4 pelo valor de R$ 80 mil. Adquiriu ainda uma Van Renault pelovalor de R4 100 mil, dando de entrada uma Van usada.

Segundo as investigações do GAEGO – Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, apontam que cada vereador que votou pela cassação do prefeito Alcides Bernal, recebeu entre R$ 300 mil a 1 milhão. Quem pagou? Segundo as investigações, empresas e empreiteiras que mantinha contratos com o Município pagaram, pois não queriam Bernal na Prefeitura, devido aos cortes que ele estava fazendo em contratos. A Prefeitura de Campo Grande estava a 16 anos nas mãos do PMDB, e nesse período criou um processo vicioso nas licitações e contratos, onde as mesmas empresas ligadas aos mandatários detinha o maior controle de recebimento de faturas.

O motorista de Chocolate, Evandro, disse que as reuniões para articular a cassação de Bernal era,m realizadas na chácara do ex-secretário de governo do ex-prefeito Olarte, Rodrigo Pimentel, que servia como escritório político. Ele cita os vereadores: Paulo Siuffi, Vanderlei Cabeludo, Carlão, Edil Albuquerque, Otávio Trad, Alceu Bueno, como políticos que sempre estavam presentes. O motorista cita ainda a participação do ex-prefeito Nelsinho Trad nas negociações para cassação de Bernal. 

 

O vereador “Chocolate” embolsou R$ 400 mil pagos a ele por votar na cassação do prefeito Alcides Bernal, e foi as compras. Esse vai ser execrado pelo povo no próximo ano! Você acredita?

Da Redação – Será que o Brasil ainda tem jeito? Eis ai uma boa pergunta. A corrupção está de mamando a caducando. Uma pesquisa mostra que aproximadamente 28% dos políticos ainda são honestos. Os outros sessenta e dois por cento estão na “vala da pouca vergonha”.

Uma denúncia, feita pelo motorista do vereador Waldecy Batista, conhecido “Chocolate”, da cidade de Campo Grande, capital de MS. O senhor Evandro Batista da Silva, em depoimento a policia disse que ficou surpreso com ascensão patrimonial do vereador o qual ele servia como motorista. Ele se refere a “Chocolate”, nome parlamentar do vereador filiado ao PTB de Campo Grande. Disse o motorista: “Logo que passou a cassação do prefeito Bernal, o vereador comprou e pagou a vista uma casa por R4 80 mil no bairro Nashiville, e ainda gastou mais 50 mil reais na reforma do imóvel. Adquiriu um veículo Hyundai HB20 pelo valor de R$ 38 mil, pagos a vista. Comprou ainda um veículo Toyota SW4 pelo valor de R$ 80 mil. Adquiriu ainda uma Van Renault pelovalor de R4 100 mil, dando de entrada uma Van usada.

Segundo as investigações do GAEGO – Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, apontam que cada vereador que votou pela cassação do prefeito Alcides Bernal, recebeu entre R$ 300 mil a 1 milhão. Quem pagou? Segundo as investigações, empresas e empreiteiras que mantinha contratos com o Município pagaram, pois não queriam Bernal na Prefeitura, devido aos cortes que ele estava fazendo em contratos. A Prefeitura de Campo Grande estava a 16 anos nas mãos do PMDB, e nesse período criou um processo vicioso nas licitações e contratos, onde as mesmas empresas ligadas aos mandatários detinha o maior controle de recebimento de faturas.

O motorista de Chocolate, Evandro, disse que as reuniões para articular a cassação de Bernal era,m realizadas na chácara do ex-secretário de governo do ex-prefeito Olarte, Rodrigo Pimentel, que servia como escritório político. Ele cita os vereadores: Paulo Siuffi, Vanderlei Cabeludo, Carlão, Edil Albuquerque, Otávio Trad, Alceu Bueno, como políticos que sempre estavam presentes. O motorista cita ainda a participação do ex-prefeito Nelsinho Trad nas negociações para cassação de Bernal. 

 

 

(parte do texto extraído do site I9). 

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