Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Assalto a mão armada: Um dos criminosos havia sido preso em 2014 e ficou só 3 meses na cadeia

 LEIA A SENTENÇA QUE DEIXOU LIVRE EM MARÇO DE 2015 Teor do ato: Ante o exposto, julgo PROCEDENTE a pretensão punitiva deduzi

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Assalto a mão armada: Um dos criminosos havia sido preso em 2014 e ficou só 3 meses na cadeia
O delegado de policia Dr. Alexandro Mendes de Araújo.|Créditos: gazetacrnews
 LEIA A SENTENÇA QUE DEIXOU LIVRE EM MARÇO DE 2015 Teor do ato: Ante o exposto, julgo PROCEDENTE a pretensão punitiva deduzida pelo Ministério Público Estadual, para o fim de CONDENAR Lucas Gonçalves Leite, qualificado, como incurso nas penas dos artigos 33 da Lei 11.343/06, a uma pena privativa de liberdade de 1 (um) ano e 8(oito) meses de reclusão e 500 (quinhentos) dias-multa, a ser cumprida no regime inicialmente aberto; e para ABSOLVÊ-LO dos delitos do art. 35 da Lei de Drogas e 244-B do ECA. Por sua vez, ABSOLVO Jerson Diego Rezende de Souza dos três delitos. Por ser pobre, na acepção legal, deixo de condenar o sentenciado a arcar com as despesas do processo. Expeça-se Alvará de Soltura em favor de Jerson Diego Rezende de Souza eis que absolvido. Expeça-se Alvará de Soltura em favor de Jerson Diego Rezende de Souza Lucas Gonçalves Leite eis que pode apelar em liberdade. Comunique-se o desfecho desta ação penal, antes mesmo de decorrido o prazo recursal, ao Distribuidor, à Secretaria de Segurança Pública, com cópia à Delegacia de Polícia de origem ou ao Dept. de Investigação Criminal, juntamente com a qualificação dos acusados, nos exatos termos do art. 217, caput e inciso IV, do Código de Normas da Corregedoria Geral de Justiça do TJMS.(Processo 0002574-71.2014.8.12.0009.

Local – O delegado Alexandro Mendes de Araújo assumiu a delegacia de Costa Rica no dia 14 de setembro de 2015. Bem próximo de completar 3 meses a frente desse novo desafio, que é comandar uma delegacia que registra em torno de 420 boletins de ocorrência a cada dois meses, e uma cadeia com 24 presos (números de hoje), mas que oscila até 30 internos, está bastante confiante no trabalho da sua equipe, e concomitantemente com a policia militar.

Costa Rica é um município em que as pessoas registram as ocorrências, na expectativa que a policia possa resolver vada problema. Para o delegado isso é positivo, pois há uma confiança da população na policia. Em muitos municípios é grande o número de ocorrências que não são registradas, e que são conhecidas no “jargão policial” como “cifras negras”.

Segundo o delegado, além das policias civil e militar, o sistema de segurança conta ainda com a participação da Policia Militar Ambiental e o GTO, o que o delegado chama de reforço policial.

Em entrevista a esse site, Alexandro disse que os crimes mais cometidos em Costa Rica são: Furto: um número elevado de furtos. Tráfico de drogas: A cidade de Costa Rica conta com uma intensidade grande desse tipo de crime. Embriaguez ao volante: São várias as autuações de motoristas que conduz veiculo em estado de embriaguez. Violência doméstica: Esse é outro tipo de crime que tem crescido muito na cidade de Costa Rica.

O que deve levar a um grande número de furtos e o tráfico de drogas. Geralmente a pessoa furta ou rouba para comprar drogas.

Assalto a mão armada

O assalto a casa do comerciante Márcio Carrijo, que aconteceu na noite de sábado (28), o delegado disse que um dos participantes no crime está preso, o jovem Jerson Diego Resende de Souza, que é natural de Cassilândia, mas mora em Costa Rica. Os outros envolvidos, dois deles também reside no município.

Os elementos fizeram uma sondagem na residência um dia antes (sexta-feira), chegaram ir até a casa do comerciante. Planejaram para roubar dinheiro e os veículos na noite de sábado, como de fato aconteceu.

O delegado disse que os meliantes foram sim violentos, pois um deles disparou uma bofetada no rosto de uma das vítimas. Além disso, tem a tortura psicológica que fica para sempre, disse.

O que precisa mudar

Quando esse jovem foi preso em dezembro de 2014, por envolvimento com tráfico de drogas, e ele foi solto três meses e alguns dias depois, deveria ter passado por um sistema de ressocialização antes de ficar totalmente livre. As instituições precisam repensar esse modelo jurisdicional, e tipificar em lei, e que o infrator em crime não pode ficar livre sem que haja um trabalho de acompanhamento e de ressocialização de iniciante no crime. Se esse rapaz, mesmo com a decisão de liberdade que o juiz lhe outorgou, deveria ter ficado pelo menos mais 6 meses sendo acompanhando e monitorado por sistema de nova inclusão a sociedade.

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