Prisão de Giroto e Amorim joga um “balde de água fria” da provável candidatura de Puccinelli ao governo
Quatro presos da Operação Fazenda de Lamas já estão no complexo penitenciário de Campo Grande, ao lado do pres&iacu

Quatro presos da Operação Fazenda de Lamas já estão no complexo penitenciário de Campo Grande, ao lado do presídio de Segurança Máxima, no Jardim Noroeste, na capital Campo Grande.
O ex-secretário e ex-deputado federal Edson Giroto, o empresário João Amorim, o ex-servidor da Agesul e ex-prefeito de Paranaiba, Beto Mariano, e o empresário e cunhado de Giroto, Flávio Schrocchio, se apresentaram a Policia Federal, antes das 9h da manhã. Todos estão presos, depois da decisão do STF em cassar a liminar que garantia a liberdade.
A decisão da Primeira Turma do STF, decidiu hoje pela cassação da liminar, e por fax, a Corte comunicou a 3ª Vara Federal Criminal em Campo Grande. A decisão atinge João Amorim que é réu no processo e os demais são corréus.
A filha de Beto Mariano, Mariane Mariano de Oliveira, Rachel A filha de Beto Mariano, Mariane Mariano de Oliveira, Ana Paula Dolzan, filha de Amorim, Rachel Rosana Giroto, ex-esposa de Edson Giroto, e Elza Cristina Araújo dos Santos Amorim, sócia de João Amorim. Elas ficarão em prisão domiciliar, e serão monitoradas pela PF.
Políticos ascendem o alerta em MS
Os políticos do MDB, em especial o ex-governador André Puccinelli, ascende o “sinal de alerta”, com a volta de seus companheiros e ex-colaboradores à prisão. Puccinelli tem visitado cidades do interior, anunciando uma possível candidatura ao governo. Não se sabe a reação do grupo político do MDB depois dessas prisões. Outros políticos de MS, entre eles, o governador Reinaldo Azambuja, Zeca do PT, Vander Loubet também estão sendo investigados.
Justiça – O Supremo Tribunal Federal negou pedido de revogação da prisão preventiva do empresário João Amorim na terça-feira (6). Ele e os outros sete alvos da força-tarefa haviam sido presos no dia 10 de maio de 2016 e a liberdade veio no dia 24 de junho daquele ano, quando o ministro Marco Aurélio, do STF, considerou que não havia elemento concreto para justificar a prisão e concedeu liminar em pedido de habeas corpus.
