Costa Rica: Um trânsito confuso e sinalização deficiente
São vários "gargalo' que existem, e que são necessário uma atenção do poder público.

Caminhões continuam estacionando em locais de fluxo de veículos, e coloca risco a segurança do trânsito. Caçambas sem sinalização ainda são colocadas; pedestres com a mania em caminhar na rua e não em calçadas, quando têm, é claro.
Local – Não precisa ser especialista para dizer que o trânsito na cidade de Costa Rica está ficando a cada dia mais confuso. Apesar das passarelas elevadas para pedestres, e que demonstra um avanço na segurança para pedestres, principalmente na avenida José Ferreira da Costa, não se pode dizer o mesmo quanto as rotatórias, a recém construída no final do prolongamento da avenida, saída para Alcinópolis (próximo ao pólo Industrial Vale do Amanhecer), e também a que está localizada na Rua Ambrosina Paes Coelho, intersecção que dá acesso a delegacia de policia e avenida José Ferreira.
A intersecção na saída para Alcinópolis não tem sinalização e ficou numa localização muito ruim, e pode ser tornar num local de muitos acidentes. Um motociclista já foi vítima dessa rotatória mal planejada.
Na intersecção na Rua Ambrosina Paes Coelho, além de oferecer condições para o retorno de veículos utilitários como camionetes tipo F-4000 e caminhões, a sinalização “trava’ o trânsito a todo momento. Em todos os sentidos o motorista tem que parar – e quando vai arrancar, todos pode arrancar no mesmo tempo. Sem dizer que quando um caminhão resolve estacionar em qualquer um dos sentidos, num raio de 30 mts da rotatória, causa um transtorno para motoristas, motociclistas e pedestres. Falta sinalização: proibido estacionar neste local.
Outro ponto abortivo do trânsito é na Rua João bispo de Carvalho com acesso a Av. Sebastião Paes Ananias, próximo a Oficina dos Sonhos, não tem sinalização, e não se sabe que deve parar.
Outro problema crônico é na avenida José Ferreira da Costa, quando o motorista vai contornar ou acessar uma rua transversal. Devido ao encurtamento do canteiro central, o espaço não dá para mais de um veículo parado e que espera o momento certo para avançar. O segundo veículo enfileirado para acessar a rua transversal fica sujeito a ser batido por outro que segue pela a avenida.
Ruas como a Ambrosina Paes Coelho e Josina Garcia de Melo deveria ser mão única, pois são estreitas e há muito movimento principalmente na hora de intervalo para almoço e no final da tarde. Na Rua Tércio Teixeira Machado, em frente a Escola Municipal Joaquim Faustino Rosa, no horário de saída da escola, no final da tarde é um perigo, pois os ônibus estacionam para embarque de alunos, e o trânsito flui nos dois sentidos, e nunca há orientadores de trânsito no local.
A Cohab Sucuriú têm apenas duas ruas no sentido vertical, e nos cruzamentos não há sinalização para os motoristas que estão trafegando. Não se sabe quem para ou quem segue.
Há também falta de bom censo para quem autoriza estabelecimentos comerciais criarem faixas exclusivas de estacionamento de clientes. Próximo ao Banco do Brasil, foi autorizado um estabelecimento criar seis vagas para estacionar veículos exclusivos, e isso retira pelo menos 4 vagas de estacionamento de veículos no local. Deveria ser autorizado no máximo duas vagas.
A cidade deve ter mais de 11 mil carros, e os sistema viário está fragilizado com poucas opções de acesso, que podemos dizer nos sentidos Norte/Sul.
