Cemitério: 2015 pode atingir 110 pessoas sepultadas em Costa Rica
O cemitério municipal de Costa Rica está atingindo o limite de vagas disponíveis, e a Prefeitura deve anunciar um projeto para o

O cemitério municipal de Costa Rica está atingindo o limite de vagas disponíveis, e a Prefeitura deve anunciar um projeto para o futuro.
Local – Alguém arriscaria em dizer quem foi a primeira pessoa morta a ser sepultada no cemitério público de Costa Rica? Difícil resposta, mas com uma busca no cadastro de registro de emissão de guias de sepultamento da Prefeitura iremos encontrar o primeiro registro de pessoa morta e que foi sepultada no cemitério local. Antes desse controle, aproximadamente duas centenas de pessoas já havia sido enterradas nesse cemitério.
O primeiro registro no livro de pessoas mortas e com emissão de guia de sepultamento da Prefeitura (1981), uma criança de 42 dias que faleceu em 23/9/1981 - por nome José Antonio. A primeira pessoa adulta inscrita no livro foi Serapião Rodrigues da Silva, que faleceu em 29/10/1981.
Até o momento, em 2015 já foram registrados 106 sepultamento no cemitério municipal de Costa Rica. No cartório que registra óbito, entre outubro e novembro foram 12 registros. As pessoas que falecem em Campo Grande ou em outras cidades, não têm o óbito registrado em Costa Rica, onde é apenas emitida a guia de sepultamento na Prefeitura Municipal.
O ex-prefeito Jesus Baird em 2012 adquiriu uma área para um novo cemitério. A atual administração ainda não anunciou o que fará resolver o problema de vagas no cemitério público da cidade.
Uma das alternativas seria adotar o sistema de verticalização de sepultamento, e assim no mesmo espaço do cemitério local seriam criadas novas vagas, até para suprir uma demanda de 7 a 8 anos. A verticalização seria com gavetas, e em cada espaço de 1 metro, poderia surgir até quatro sepultamento em gavetas (vertical).
O cemitério de Costa Rica conta com centenas de túmulos e sepulturas que remonta os anos 60/70, e alguns até sem identificação. A Prefeitura deveria elaborar um projeto para que essas ossadas fossem retiradas e depositadas em gavetas verticais.
O espaço para o uso de um processo de verticalização do cemitério seria próximo ao muro que cerca a necrópole. Se usar toda a extensão interna que circunda o muro, é possível que tenha o mesmo cemitério pelo menos por mais 8 anos.


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