Costa Rica: Banco do Brasil “lotado até a tampa”
É um descaso total, os clientes que pagam altas taxas, algumas até questionáveis, já não suportam tanto cinismo dos

É um descaso total, os clientes que pagam altas taxas, algumas até questionáveis, já não suportam tanto cinismo dos diretores do Banco do Brasil, que não dão a mínima para a superlotação e continuam com poucos funcionários e caixas eletrônicos que não funcionam. As leis municipal que diz estipular multas e outras punições nada valem e são desrespeitadas ou não são aplicadas
Local – Na tarde dessa sexta-feira (29), o Banco do Brasil estava “lotado até a tampa”, como diz o caipira do interior. No setor dos caixas e atendimento dezenas de pessoas já impacientes esperando por atendimento.
Em 12 de abril passado, esse site publicou uma matéria questionando a situação, e que chegou ao conhecimento da superintendência do banco em Campo Grande. Veja a resposta que o banco emitiu e enviou ao site: Com o objetivo de atender à legislação vigente e aumentar a comodidade de seus clientes, o Banco do Brasil mantém investimento constante em suas ferramentas de gestão e monitoramento do atendimento, além de avaliar a capilaridade de sua rede de atendimento, como agências, postos de atendimento, terminais de autoatendimento, correspondentes bancários e Banco Postal.
Para promover maior conforto aos seus clientes, o BB oferece ainda a maioria das transações pelo aplicativo da instituição para celulares e tablets, no portal BB.com.br, em caixas eletrônicos próprios e da Rede 24horas. Além da Central telefônica (CABB), disponível pelos telefones: 4004-0001 (regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades).
Não sabemos de que comodidade a nota se refere. Pois ficar por mais de uma hora esperando para ir a um caixa ou trocar algumas palavras no atendimento, não pode representar comodidade, para uma pessoa que tem vários afazeres num dia de trabalho.
A nota fala de conforto, e convenhamos, mesmo que fique sentado, mas esperar por uma ou duas horas para ser atendido não é conforto, é um incomodo, diz o senhor J.M.S que disse não agüentar mais esperar e até mesmo ter que usar um caixa eletrônico e alguns serviços estarem indisponíveis.
Os funcionários da agência fazem o que pode, e não pode atribuir a eles os problemas, e até que eles também são vitimas, pois com a falta de mais funcionários, acabam trabalhando “dobrado” para atender a demanda.
Na verdade, não só o Banco do Brasil,mas os bancos de forma geral ganham dinheiro fácil, cobrando taxas muitas vezes abusivas, e não oferecem um bom atendimento pessoal.
Na nota a superintendência falou de ferramentas como tablets, celulares e outros meios tecnológicos. Não tem como cobrar um cheque pelo tablet; não tem como fazer um depósito pelo celular; não tem como alterar o cadastro ou requisitar informações ou sanar dúvidas por esses meios. Os diretores do banco hão de entender que os clientes e usuários já não suportam mais.
Não ouvimos o Procon para falar sobre o problema.
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