Costa Rica, 31 de Agosto de 2026
CIDADE

Moradores de ruas abandonados nas praças de Costa Rica

As praças da cidade estão abandonadas e sem a devida manutenção. Homens dormem no chão em meio aos cães.

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Moradores de ruas abandonados nas praças de Costa Rica
Homens dormem no chão ao lado de cães em praça da cidade.|Créditos: Gazeta
As praças da cidade estão abandonadas e sem a devida manutenção. Homens dormem no chão em meio aos cães.

 

Da Redação – As praças públicas da cidade de Costa Rica estão abandonadas e tornaram locais propícios para os moradores de ruas se refugiarem. A praça Manoel Romualdo Gonçalves no centro da cidade tornou o principal local de refúgio dessas pessoas  e  que caracteriza a  ausência de politica social consistente por parte do município.

É visível a falta de manutenção e zelo nas praças da cidade. A sujeira e falta de guardas tornam esses locais “quase” impróprios para a frequência diária das pessoas.

Todas as praças da cidade estão aos olhos do abandono, principalmente pela falta de uma guarda ou zelador. A jardinagem perdeu o aspecto de beleza, devido o período de seca, e sequer há um sistema de irrigação de água para manter da grama e a vida das plantas. A praça da Cohab Sucuriú, próximo a Vila Nunes, talvez seja a mais abandonada no que se refere a zelo. A Prefeitura até fez uma pintura nos últimos 2 meses, mas o local é exemplo de abandono.

É comum ver pessoas dormindo na praça Manoel Romualdo, deitadas no chão, ao relento, e até ao meio aos cães. A Prefeitura precisa ter uma politica social consistente e que resolva essa situação. O albergue da cidade que é mantido pela Igreja Católica, está localizado bem próximo ao centro da cidade, e isso facilita em muito que os albergados tenham acesso fácil a bebidas alcoólicas. O albergue deveria ser em outro local, mas distante do centro urbano.

O andarilho ou pessoa que não tem residência fixa e que frequentam as praças deveriam ter assistência do poder público. Cabe a Prefeitura instituir um programa eficaz visando fazer à triagem e encaminhar essas pessoas a inclusão social. Qualquer pessoa, por mais estabilidade que tenha, por um revés da vida, pode chegar a “sarjeta” , e cabe as instituições públicas e filantrópicas e a própria sociedade cooperar para voltar essa pessoa a ter uma vida normal.

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