Operadora OI “quebrou” e pode fechar suas atividades
A empresa de telefonia deve R$ 65,4 bilhões e pediu recuperação judicial A Anatel (Agência Nacional de Telecomunic

A empresa de telefonia deve R$ 65,4 bilhões e pediu recuperação judicial
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informa que, mesmo com pedido de recuperação judicial, os serviços da operadora Oi serão mantidos, pelo menos pelos próximos meses e não há risco iminente de suspensão da operação.
O conselheiro Igor de Freitas disse em entrevista à Agência Brasil que se houver riscos à continuidade de serviço em alguma localidade, a Anatel vai “intervir cirurgicamente”. Isso porque, no País, há mais de 300 municípios onde a Oi é a única prestadora de serviço de telefonia fixa.
Em Mato Grosso do Sul, a companhia absorveu a carteira de clientes de telefonia fixa da antiga Telems (extinta após privatizações) em Mato Grosso do Sul.
Na última segunda-feira (20), a Oi ingressou com pedido de recuperação judicial na 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, que inclui um total em dívidas de R$ 65, 4 bilhões. A recuperação judicial é uma medida para evitar a falência adotada por uma empresa quando ela perde a capacidade de pagar suas dívidas.
Oi em Mato Grosso do Sul – A Oi - antiga Telemar - chegou ao Estado em maio de 2009, quando encorporou a Brasil Telecom - empresa criada a partir da privatização de estatais da Telebrás, entre elas a Telems, em 1998.
Uma das empresas que fazem parte do Grupo Oi SA é a BT Call Center, quinta maior empresa de call center do país e que atualmente opera com 18 mil colaboradores e, Campo Grande, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Goiânia (GO), gerando vários postos de empregos na capital sul-mato-grossense.
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