Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

YFlora: Trabalhadores estão com os salários atrasados desde novembro

Mais de 60 trabalhadores de Costa Rica e Figueirão com registro na YFlora reflorestamento estão sem receber salários desde o m&ec

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YFlora: Trabalhadores estão com os salários atrasados desde novembro
Plantio de pinusno estado de SP.|Créditos: Divulgação.
Mais de 60 trabalhadores de Costa Rica e Figueirão com registro na YFlora reflorestamento estão sem receber salários desde o mês de novembro de 2016.

Da Redação – Desde 2009 o município de Costa Rica passou a contar com um novo empreendimento – o de reflorestamento, conduzido pela empresa YFlora e que pertence ao grupo Yser com sede em São Paulo. O projeto visa o plantio de pinus que um grande negócio. Da árvore extrai a resina e a própria madeira. A resina é utilizada pela indústria de papel, alimentos e em outros setores de transformação.

O trabalho é manual, começa com a retirada das sementes do alto do pinus já produtivo. Em seguida, elas vão para uma estufa onde é feito o melhoramento genético e as mudas da variedade elliottii saem prontas para ser plantadas. O gasto inicial por hectare é de R$ 2,3 mil.

A YFlora que não é dona do negócio, e apenas foi contratada para prestar os serviços de reflorestamento – e deve trabalhar para a Biotev – Biotecnologia Vegetal Ltda – mas as contratações estão sob a responsabilidade da YFlora e que contratou mais de sessenta trabalhadores que estão plantando pinus na fazenda Bela Vista, na divisa dos municípios de Costa Rica e Figueirão. São 10 mil hectares que estão sendo reflorestados, e a meta é atingir 25 mil. A empresa há pelo menos 4 ou 5 meses paralisou os serviços, mas continua com os trabalhadores ainda vinculados e com carteira assinada. Os pagamentos desses trabalhadores estão atrasados – novembro, dezembro e 13º salário. Boa parte deles reside em Costa Rica.

A nossa reportagem entrou em contato com o escritório em São Paulo, e uma funcionária disse que a empresa está passando por mudanças operacionais, e que deve voltar às atividades com um novo modelo de gestão. Disse ainda, que o projeto é atingir 25 mil hectares de plantio do pinus, e que não tem data certa para quitar os pagamentos de salários, mas em breve, com certeza, a situação deve voltar a normalidade, finalizou.

Os trabalhadores estão parados, e nesse período pode fazer algum trabalho tipo “bico” para ir mantendo as despesas – mas isso não exime a empresa em pagar os salários atrasados, até pelo fato que dias atrás esses trabalhadores tiveram que ir até o projeto para descarregar um caminhão de mudas.

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