Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Diárias de Vereadores: Um caso de policia

Local – Ninguém mais discorda, todos concordam os escândalos sucessivos em cidades de Mato Grosso do Sul, que envolvem a gastan&cce

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G 1

Diárias de Vereadores: Um caso de policia
"Vou de pijama mesmo".

Local – Ninguém mais discorda, todos concordam os escândalos sucessivos em cidades de Mato Grosso do Sul, que envolvem a gastança com diárias por parte de Vereadores, são situações que devem ser encaradas pelas autoridades como caso de policia e que merece investigações em todos os municípios.

Já não é mais uma situação isolada desse ou daquele município, mas a situação já ultrapassa o limite da tolerância.

O último episódio está por conta do município de Ribas do Rio Pardo, cidade distante 90 km da capital Campo Grande, em que o vereador Adalberto Alexandre Domingues, presidente afastado da Câmara Municipal, na manhã do último dia 26, teve que pular o muro da sua residência e fugir de pijama para não ser preso por policiais da GAECO – Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado.

Adalberto é acusado de ser o operador de um esquema de pagamento de diárias para si mesmo e a outros vereadores de forma irregular, ou seja, concedia a diária sem mesmo o vereador ter viajado, sem dizer do valor que é de R$ 750,00 (cada diária). Segundo a Promotoria de Justiça, de janeiro a setembro de 2014, os vereadores de Ribas do Rio Pardo embolsaram mas de R$ 524 mil em diárias.

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O interessante é que a Policia já cuidava a casa do vereador, na noite anterior, e esperava amanhecer o dia para dar voz de prisão, ao presidente afastado. Quando o policial tocou a campainha da casa, a mulher atendeu, e logo percebeu que era a policia, disse que o marido não estava, e que havia viajado. Mas quando abriu as portas, os policiais passaram a inquerir a esposa do vereador, e ela mesmo afirmou que ele Adalberto havia fugido minutos antes ainda de pijama e pulando o muro da casa.

 Bloqueio de contas e sequestro de bens
Na segunda-feira (24), a Justiça determinou a suspensão dos contratos entre a Câmara de rivas do Rio Pardo e as empresas, com sede na própria cidade e na capital sul-mato-grossense, além do bloqueio de contas do Legislativo Municipal.

O Juiz Marcelo Andrade Campos Silva determinou o sequestro de duas propriedades rurais, no município, adquiridas pelo presidente afastado do Legislativo Municipal. Em sua decisão, o magistrado falou da suspeita de os bens terem sido adquiridos com "recursos oriundos de fontes escusas".

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