De olho em 2018 PMDB assume o papel de defensor de Dilma
De olho na Presidência da República em 2018, o PMDB comandado por Michel Temer, assume o papel em segurar a Presidente Dilma no poder, e,

De olho na Presidência da República em 2018, o PMDB comandado por Michel Temer, assume o papel em segurar a Presidente Dilma no poder, e, em troca, obter o apoio do PT nas eleições presidenciais daqui a 3 anos.
Contra fatos não há factóides. O vice-presidente Michel Temer, político habilidoso e que sonha ser presidente da República, assumiu nas entre linhas, ser o “bombeiro” e o homem forte do entendimento político para garantir o mandato da Presidente Dilma Rousseff.
Sua primeira investida e com sucesso, foi reverter o posicionamento do presidente do senador Renan Calheiros, que até então era um rebelde, e fazia coro ao lado de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, para criar todos os embaraços políticos para o governo do PT.
Calheiros passou de atirador para apaziguador, e já fala em tom bem moderado, e com certeza soube ouvir a boa conversa de Michel Temer.
O rebelde e atirador Eduardo Cunha começa a ficar isolado pela cúpula do partido, tendo em vista que com o andar da carruagem, o presidente da Câmara dos Deputados pode perder o mandato devido às evidências de envolvimento com recebimento de propina.
O vice-presidente da República, Michel Temer, e que tem sonhos em ser presidente do Brasil, deve ter mostrado a Renan que segurando Dilma no poder, o PMDB ficará muito forte junto a cúpula do PT e também com os eleitores petistas. Todos sabem que uma candidatura do PT em 2018 está fadada ao fracasso, e o PMDB sonha com o apoio de Lula e Dilma num provável segundo turno, e que pode ser com o PSDB.
Mesmo com o PT em queda livre, mas pelo menos 30% dos eleitores brasileiros têm a tendência em votar na sigla ou acompanhar a orientação política de Lula e Dilma. Esse eleitorado pode seguir facilmente para a direção do PMDB, que pretende disputar a eleição presidencial de 2018, e Michel Temer é o nome que segue com mais força para ser o indicado do partido. Sabendo que o PSDB dificilmente abrirá espaço para apoiar uma possível candidatura peemedebista, nada mais lógico e estratégico politicamente que abocanhar o eleitorado petista.
Michel Temer enfatiza mais uma vez que é articulador e bom de previsibilidade futura.
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