Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Política: Um jogo cada vez mais “deplorável”

A política no Brasil deixou de ser o meio de representação para as melhorias sociais e econômicas, e passou a ser um balc&a

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Política: Um jogo cada vez mais “deplorável”
André e Delcídio: (...) Não eram adversários, e sim aliados.|Créditos: Divulgação
A política no Brasil deixou de ser o meio de representação para as melhorias sociais e econômicas, e passou a ser um balcão de negócios.

Local – a política praticada hoje é a mesma de 30 ou 40 anos atrás? Com certeza, não! Nos anos 70, vereadores não eram remunerados. A política era mais natural, havia posição ideológica, havia lado. É certo que o Brasil viveu anos difíceis com a ditadura militar, não havia liberdade de expressão, mas também não havia essa “enxurrada” de corrupção, malversação do dinheiro público, fraudes e formação de quadrilha no poder público. Havia corrupção? Com certeza que havia, mas de lá para cá piorou demais.

Os orçamentos públicos são de valores astronômicos. Qualquer cidade por aí com 20 mil habitantes tem arrecadação anual que passa de 50 milhões de reais.

No Congresso Nacional, onde ser assenta os que deveria ser ilustres representantes, mas não passam de corretores de recursos com pagamentos de propinas (observa-se que há poucas exceções), concentra a epiderme malévola de homens e mulheres voltados para os interesses pessoais e paroquiais. Como um país pode dar certo, se a “casa do povo”, como é alcunhada o legislativo nacional, é constituído na maioria por pessoas descomprometidas com a ética, com a decência, e mais do que isso –  pelo contrário, comprometidos com o bolso cheio e pode ser de dólares, de preferência, e que a conta seja na Suíça.

Em Mato Grosso do Sul, os últimos anos tem sido da descoberta da total depravação que envolve políticos, empreiteiros e empresários, servidores públicos e todos como o mesmo objetivo “Roubar”.

Um site de noticias divulga que André Puccinelli, hoje ex-governador, mas em 2014 ainda no cargo, mantinha um acordo político com Delcídio do Amaral, candidato de uma suposta oposição, mas que agora se sabe, não tinha nada de oposição. Só os discursos são opostos, para iludir os mais fervorosos por políticos – os partidários. Então, divulga esse site que caso Delcídio tivesse sido eleito governador, ele teria como chefe da Casa Civil, um dos cargos mais importantes da hierarquia política administrativa, nada mais nada menos que João Amorim. Esse aí dono da Proteco. Imagina ele ajudando a cuidar dos cofres do tesouro estadual.

Esse mesmo site denuncia ainda que Puccinelli é dono de nada mais nada menos que 15 fazendas, e que essas propriedades estaria em nome de “laranjas”. Laranja na política da corrupção significa emprestar o nome para acobertar algo feito de errado.

O senador de MS, Delcidio do Amaral, está sendo acusado de ter recebido propina dos operadores junto a Petrobrás. As investigações estão por conta da operação Lava Jato da Policia Federal.

Será que Delcídio e André tinham planos em mandar na política de MS por quantos anos?

André fazia de conta que apoiava Nelsinho. Delcídio fazia de conta que era adversário de Puccinelli. E o povo de MS? Bate palma!!!

Resultado: Azambuja ganhou as eleições. E esse que ganhou já parece bem juntinho do PMDB, dos aliados de Puccinelli. Situação que não deixa de ser nebulosa, e a população jamais vai entender essa “prostituição política” que domina o país.

André Puccinelli ficou 8 anos na Prefeitura de Campo Grande e oito anos governando o Estado de MS. Montou um esquema ardiloso para desviar recursos públicos, fazendo obras e superfaturando preços. Fraudava licitações e junto com “amigos sócios” empreiteiros e empresários, ficou rico. Puccinelli, antes de chegar a Prefeitura havia sido deputado estadual e federal, depois de militar como médico em Fátima do Sul, cidade do interior de MS.

As investigações que estão sendo feitas pela as operações Lama Asfáltica da Policia Federal e Coffee Break.

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