O esquema sórdido da corrupção de políticos de MS, tem até fazendas em nome de “laranjas”
Puccinelli e Girotto, agora Delcídio.

Puccinelli e Girotto, agora Delcídio. Mas não deve ficar somente nesses, o esquema perverso de corrupção que envolve políticos do Estado de MS, vai muito mais além.
Da Redação - O Brasil está no fundo do poço. Será que o povo brasileiro tem alguma disposição para votar nos próximos anos? Essa é a indagação que fica no ar.
Em MS, e não é de agora, o “zumbido” de atos de corrupção já ressoa desde os primórdios da divisão do então Mato Grosso, e que deu a vida ao novo estado, Mato Grosso do Sul (1977).
A corrupção não é um privilégio de MS, isso está no país todo, e depois dos escândalos do mensalão e da Petrobrás, o povo brasileiro abriu os olhos, e começou a enxergar que isso não é praticado só em Brasília, mas está bem pertinho de cada um, no seu município e no seu estado.
O ex-governador André Puccinelli está sendo investigado a exaustão, e a Policia Federal chegou a pedir a sua prisão, e que foi negada por um juiz. Mas há quem diga que a negativa do judiciário federal deve ser revista nos próximos dias.
Edson Girotto, amigo e ex-secretário de Puccinelli, também está sendo investigado e já foi preso por duas vezes, mas conseguiu relaxar a prisão, e está solto. Mas continua sendo investigado.
Entre Puccinelli e Girotto, há outras pessoas, isso já é fato. Servidores da Agesul, assessores, prefeitos, empresários e empreiteiros. O esquema é muito grande, envolve deputados, veja o caso de Antonieta Amorim, irmã de João Amorim, e que foi eleita deputada estadual, e está provado que seu irmão lhe repassou R$ 1,4 mi.
Agora por último, quem foi denunciado e está preso, é o senador da República Delcidio do Amaral. Delcídio deve estar envolvido “até a cabeça”, num esquema muito grande de corrupção, e que deve ter rastro com outros políticos do estado de MS.
Uma possível delação premiada de Delcidio, deve incendiar a classe política, não só em Brasília, mas aqui em MS também.
O site I9 denuncia com cópias de documentos, que o ex-governador André Puccinelli tem 15 fazendas no estado, e que estão em nome de laranjas. O ex-assessor do governador Mauro Cavalli, que foi coordenador Geral de licitação da Secretaria de Administração, no governo de André, é apontado como o “testa de ferro”, e que parte desses imóveis estaria em seu nome.
O promotor de Justiça Marcos Antonio Martins Sottoriva, no inquérito nº 549, aponta o montante da renda dos acusados versus a compra de fazendas na região de Nioaque, Anastácio e Terenos.
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