Temer usa avião da Força Aérea para discutir assuntos partidários em MS
O vice-presidente da República, Michel Temer esteve em Campo Grande nesta sexta-feira (4) para discutir assuntos do seu partido, o PMDB.

O vice-presidente da República, Michel Temer esteve em Campo Grande nesta sexta-feira (4) para discutir assuntos do seu partido, o PMDB. Oportunamente convidado, participou de um evento no Tribunal de Justiça.
Da Redação – Alguém se arrisca em dizer o total dos gastos do vice-presidente Michel Temer (PMDB), em sua viagem a MS? Viajou em avião da Força Aérea Brasileira, tudo pago pelo contribuinte. Hospedou em um hotel com a diária mais cara da capital. Também pago com dinheiro do contribuinte. Pode ter certeza que não é só ele na viagem, tem seguranças e mais acompanhantes ou convidados.
O vice-presidente ficou mais tempo reunido com membros de seu político, o PMDB do que no evento que “supostamente” seria o motivo de sua viagem. Um evento no TJ de MS.
No site do Palácio do Planalto, consta que o vice-presidente do Brasil tem agendas em Campo Grande (com registro do Estado errado, constando MT como sigla para Mato Grosso do Sul), Goiás, Tocantins e no Rio Grande do Sul somente nesta sexta. A informação é que de que Temer conversará com o PMDB nesses Estados, apesar do registro dessas viagens serem feitos como de agendas oficiais.
Em um dos hotéis com a diária mais cara da capital de Mato Grosso do Sul, Temer recebeu o ex-governador André Puccinelli, a senadora Simone Tebet, Moka, Marun, Carla Stephanini e Antonieta Amorim.
Simone não quis adiantar o teor da conversa de Temer. “Ele é o vice-presidente do país, ele quem tem que dizer. Mas conversou sobre o PMDB na atual situação política do país”, resumiu.
Fica a pergunta: Se na há qualquer motivo relevante para que o vice-presidente fique por ai passeando a custa do erário público, na deveria ele viajar em um avião comercial e pagar as despesas do próprio bolso ou com dinheiro do seu partido?
O povo brasileiro, a classe trabalhadora, o contribuinte, não consegue mais pagar as despesas de políticos e servidores públicos de alto escalão.
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