Manifestação é contra os corruptos
Manifestação de domingo reflete a insatisfação do povo brasileiro contra a classe política num todo Local &ndash

Manifestação de domingo reflete a insatisfação do povo brasileiro contra a classe política num todo
Local – No próximo domingo está marcado um grande protesto em razão da insatisfação popular contra os atos de corrupção da classe política em todo o país.
O centro do protesto abrange não só governo federal e o congresso nacional, mas também governos estaduais e municipais. A insatisfação do povo brasileiro é muito grande, não só com a “roubalheira” instalada em órgãos públicos, mas com os altos salários dos privilegiados e amigos do poder. Muitos irão protestar contra a alta dos impostos que é recorrente.
Preço do combustível
Além do aumento do desemprego e a falta de moradia popular, a cidade de Costa Rica sofre ainda com os altos um dos preços do combustível, e que deve ser um dos mais caros no estado.
Organização rejeita Marun
A organização para os protestos em Campo Grande tem gerado impasse. Alguns políticos tentam infiltrar em alguns movimentos, como é caso do deputado federal Carlos Marun. O deputado é um dos grandes defensores do deputado Eduardo Cunha, que é presidente da Câmara dos Deputados, investigado e já comprovado que recebeu propina da Petrobrás. Algumas correntes do movimento do protesto na capital rejeitam à participação de políticos.
Conflitos
Na verdade, o confronto entre os grupos nasceu da participação de políticos no Movimento Reaja Brasil, capitaneado pelo Pátria Livre e Democrático Pró Impeachment. O Chega de Impostos anexou no processo fotos dos deputados federais Carlos Marun (PMDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM), e da deputada estadual Mara Caseiro (PSDB), entre os manifestantes.
De acordo com o Chega de Impostos, ‘os dois grupos não têm os mesmos objetivos e não são alinhados. Não há como harmonizar ambos os eventos em um mesmo dia e local’. Eles criticaram, por exemplo, a presença de Marun no protagonismo das manifestações do Pátria Livre, já que o parlamentar é um dos principais aliados do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos políticos combatidos pelo grupo.
“O Movimento Chega de Impostos pretende fazer um manifesto sem partidos ou políticos, diferentemente de outros grupos, o que torna ambas as solicitações incompatíveis. Em nossa reunião pré-manifestação, acordamos que políticos não participariam. Como podemos ver o “acordo” não foi cumprido, o que causou grandes danos à reputação do movimento chega de impostos perante a população da capital”, alegou ao juiz o representante do movimento, Vinicius de Siqueira.
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