Marina Silva foi sabatinada na Globo News
A pré-candidata responde as perguntas com serenidade e sabedoria.

A pré-candidata responde as perguntas com serenidade e sabedoria.
Da Redação – “Sou contra a legalização do aborto”, diz a candidata. Marina diz que é contra o aborto, e explana que não é pelo fato de ser evangélica. “Sou contra por uma questão moral e de respeito a vida”, disse. A candidata disse se eleita, vai propor uma consulta à população por meio de plebiscito, se aprova ou não o aborto. Ela foi clara em dizer que nenhuma mulher é obrigada a uma gravidez indesejada.
Marina com muita desenvoltura, defende suas teses, demonstra que tem conhecimento dos problemas do Brasil. Na eleição de 2014, ela concorreu e ficou na terceira colocação. No segundo turno ela apoiou o candidato do PSDB Aécio Neves.
O Exercito não pode ser objeto para uso político. As forças armadas deve ser usadas em situações extremas, como guerras. No caso de intervenção, como o do Rio de Janeiro, isso não pode ser permanente, é preciso restabelecer a segurança pública regular com credibilidade junto à população, disse a candidata em relação a segurança pública.
Os grandes projetos se perderam e são os culpados pela crise no Brasil, disse Marina, se referindo ao PT, PMDB e PSDB. Esses partidos se uniram para “arrombar o país”. Ela destacou a importância desses partidos em outras situações. O PMDB na redemocratização O PSDB na elaboração do Plano Real e o PT na execução de políticas sociais. Mas, segundo Marina, são justamente essas siglas que por um desejo único, o poder pelo poder e para isso fizeram qualquer coisa – e, isso foi danoso para o Brasil.
Ela diz que defende a descentralização do orçamento, e que os municípios e os estados precisam ter mais dinheiro. Quanto ao teto de gastos, Marina classifica como desnecessário fazê-lo por Emenda Constitucional, pois isso engessa o governo dentro de suas prioridades, e aconselha que isso se faz na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
A candidata da REDE disse que caso seja eleita não privatizaria o Banco do Brasil, Caixa Econômica e Petrobrás. Mas estudaria a privatização de algumas empresas sim.
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