Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Bolsonaro será operado novamente

A cirurgia está prevista para o dia 12 de dezembro.

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Bolsonaro será operado novamente
Bolsonaro no hospital. E, quando foi atacado em Juiz de Fora-MG.|Créditos: Divulgação.
A cirurgia está prevista para o dia 12 de dezembro.

Da Redação – O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro se submeterá a uma nova cirurgia, prevista para o dia 12 de dezembro, segundo o médico Antonio Luiz Macedo. Bolsonaro já se submeteu a duas cirurgias, depois que foi esfaqueado na cidade de Juiz de Fora-MG.

A cirurgia será para fechamento da colostomia (bolsa para armazenamento de fezes), que o presidente eleito carrega consigo depois que foi submetido a duas intervenções cirúrgicas.

Para Macedo, a cirurgia prevista para o dia 12 de dezembro é menos grave que as anteriores. “No dia 12 de setembro operei Bolsonaro é foi um procedimento grave, pois estava com peritonite grave e com contaminação, com fístula e obstrução intestinal”, disse. A nova cirurgia corre os riscos normais de uma cirurgia, mas muito menos preocupante que as duas realizadas anteriormente, finalizou.

O fechamento da colostomia – ou a reconstrução do trânsito intestinal – consiste em abrir novamente o abdômen consiste em religar as alças do intestino grosso para que o trânsito intestinal volte ao normal e o paciente deixe de usar a bolsa coletora de fezes.

Problema – Ao ser esfaqueado, Bolsonaro sofreu três perfurações no intestino delgado e uma no intestino grosso.

A colostomia – O intestino foi completamente separado para que uma das pontas ficasse exteriorizada até a pele para a saída das fezes na bolsa coletora. Isso foi necessário para isolar às áreas lesionadas para não correr riscos de infecção.

A nova cirurgia – Será feito um corte de 25 a 30 cm na barriga. A porção do intestino que ficou para fora será puxada novamente para dentro do abdômen. Sem seguida, essa parte será costurada, ao restante do intestino que ficou para dentro, e com isso espera se restabelecer o trânsito intestinal.

Eventuais complicações – Infecções, hérnias, fístulas e obstruções.

Riscos – São muito variáveis. De 2 a 28,6%, segundo artigos científicos publicados na Pubmed.

Esperava-se fazer o procedimento por outras técnicas, mas segundo Macedo, isso não é possível devido ele já ter se submetido a dias cirurgias.

Redação: José Edson – DRT 038 MS.

Fonte: FolhaUol.

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