Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Prefeito de Figueirão acredita que contrato mantinha cláusulas uniformes e não gerou prejuízo ao município

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Prefeito de Figueirão acredita que contrato mantinha cláusulas uniformes e não gerou prejuízo ao município

 

Da Redação – Administrar um município ou qualquer órgão público é um desafio, e não adianta apenas ter boas intenções, às vezes é necessário dizer não em muitas situações. O dinheiro público necessita ser bem cuidado e vigiado, e todos sabem que o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, é um desses que sequer gasta dinheiro do município com uso de diárias e até mesmo com carro oficial. Rogério é uma das boas referências políticas que o Estado de Mato Grosso do Sul conquistou.

Mas, logo que assumiu o mandato, no lugar do ex-prefeito Neilo Cunha, ele herdou um contrato de prestação de serviços profissionais. Rogério não era um experiente no serviço público, até pelo fato que o contrato mantinha cláusulas uniformes, que é a prestação de serviços. O fato de não ter havido o processo licitação, verifica-se que a própria lei de licitações prevê a dispensa, quando satisfeitas o requisito de notória especialização. Há controvérsias, mas o Ministério Público resolveu denunciar o contrato, talvez sem observar criteriosamente a lisura administrativa no município de Figueirão.

A denúncia feita pelo Promotor Michel Maesano Manculelho, que pede reparação aos cofres públicos, está sendo analisada pelo Juiz da Comarca de Camapuã. Rogério e os advogados citados na denúncia, apresentarão suas defesas, fundadas no que a lei preserva, e ainda demonstrado que não houve má fé e os valores pagos foram condizentes com os serviços prestados. O MP, na pessoa do Promotor Michel acredita que o município não necessitaria de um escritório especifico para oferecer assessoria, sendo que a Prefeitura já conta com advogado.

O prefeito Rogério Rosalin espera que o Juiz responsável pelo caso analise com a prudência de sempre, e acredita que o equilíbrio da justiça prevaleça. “Estou tranquilo e nada a temer”, disse.

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