Costa Rica, 31 de Agosto de 2026

Moradores pedem por mais varredores na limpeza pública da cidade

Cidade tem apenas 10 varredores para manter a cidade limpa.

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Moradores pedem por mais varredores na limpeza pública da cidade
Tralhadores da varrição em horário de trabalho.|Créditos: Gazeta
Cidade tem apenas 10 varredores para manter a cidade limpa.

Da Redação – A cidade de Costa Rica tem ganhado os noticiários nos últimos dois anos como sendo uma urbe em desenvolvimento e bem cuidada. A administração municipal tem investido para melhorar as condições de vida dos costarriquenses, ou seja, o bem estar do seu povo. Vários eventos esportivos têm marcado positivamente na agenda de Costa Rica, que é uma localidade turística em pleno crescimento. 

A área urbana de Costa Rica deve ter 30 km de vias asfaltadas – mais ou menos isso. Mas só tem 10 varredores de rua, àqueles que trabalham para limpar as vias, as sarjetas e meio-fio. As calçadas são de responsabilidade de cada morador – em frente a sua residência.

Ora, se a cidade conta com mais ou menos 30 km de vias asfaltadas, e que deve ser conservadas limpas, com certeza 10 (dez) varredores não conseguirão dar essa consistência de limpeza. Os trabalhadores da varrição são contratados pela municipalidade como prestadores de serviços por prazo determinado, via contrato de trabalho. Eles não fazem parte do contrato de “limpeza pública”, que o município celebra com a empresa Sol Brasil Soluções Ambientais. O contrato tem como objeto a execução da limpeza pública urbana. Mas a empresa contratada não executa esses serviços, apenas o da coleta de lixo doméstico. A ementa do contrato celebrado está desconforme com o objeto – pois limpeza pública urbana significa a limpeza da cidade, e ai inclui os serviços de varrição e até outros.

O município paga anualmente aproximadamente R$ 1.100.000,00, para a empresa Sol Brasil Soluções Ambientais. Essa empresa foi contratada em 2017, e o contrato venceu em março de 2018, e não é ela que faz os serviços de varrição da cidade.

Vários moradores reclamam pela falta de serviços de varrição, ou seja, as ruas mais distantes do centro da cidade ficam “tempos e tempos” sem a varrição. A dona de casa M.R., dia desses, bem pela manhã estava varrendo a rua e as folhas acumuladas na sarjeta em frente sua casa, e cobrou com veemência pelos serviços. Moradores próximo a rua Isméria Borges Nunes, reclamam sempre que as ruas e sarjetas não são varridas, e há acumulo de folhas e sujeiras. O centro da cidade, em especial à avenida José Ferreira é mantida com zelo e o pavimento limpo, mas isso não ocorre nos bairros e outros locais. O problema acentua nessa época devido ao período de seca e vento.

O problema está no número de funcionários contratados, pois são insuficientes para atender toda a demanda. A cidade conta com mais ou menos com 7 km de extensão de um extremo ao outro – isso pode representar mais de 30 km de ruas asfaltadas. Em 1994, a cidade era bem menor, e, poucas ruas asfaltadas, e já contava com 20 trabalhadores no setor de limpeza, entre varredores e coletores de lixo.

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