Presidente da Câmara pode ser cassado
Local – A Corregedoria do MPE viu como necessário investigar o envolvimento do presidente da Câmara de Campo Grande, vereador M&aac

Local – A Corregedoria do MPE viu como necessário investigar o envolvimento do presidente da Câmara de Campo Grande, vereador Mário César com a Operação Lama Asfáltica. O MPE pediu abertura de Comissão Processante para apurar as evidências do envolvimento do politico com João Amorim, dono da Proteco.
O presidente do PMDB, deputado Junior Mochi disse que ainda não estava a par do assunto, mas acredita que se houver comprovação de atos ilícitos a punição será inevitável.
“Eu fiquei sabendo agora pouco. Nós que estamos exercendo funções públicas, principalmente de ordenador de despesas, temos que praticar os atos dentro daquilo que a lei define, ou seja, legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade aos atos. Obviamente que se ficar comprovado que o Mario Cesar, o Junior Mochi ou qualquer outro não está cumprindo esses requisitos, então será responsabilizado”, disse.
Mário César é um politico ligado ao governador André Puccinelli, e foi fundamental na cassação de Alcides Bernal. As investigação da Lama Asfáltica aponta que o vereador pode ter recebido propina de João Amorim.
Caso - A Corregedoria do MPE viu elementos suficientes para uma investigação na casa com base em dados da Operação Lama Asfáltica. Escutas telefônicas indicam relação suspeita entre Mario Cesar e o empreiteiro João Amorim, por sua vez suposto membro de esquema de desvio de obras públicas.
O vice-presidente da Câmara, Flávio César (PTdoB), disse nesta terça-feira (11) ainda não ter sido informado oficialmente sobre o possível pedido de processo na casa contra seu próprio presidente: “tomei conhecimento pela imprensa”. A orientação foi feita pela Corregedoria do MPE às promotorias do Patrimônio Público.






