Costa Rica: Erro médico levou paciente a agravar doença para dengue hemorrágica
Aconteceu em Costa Rica em outubro de 2015. Até hoje o paciente se encontra em uma cadeira de roda.

Aconteceu em Costa Rica em outubro de 2015. Até hoje o paciente se encontra em uma cadeira de roda. Ele reclama que e mesmo cadeirante não consegue um andador da Secretaria de Saúde.
Da Redação – O erro médico pode levar uma pessoa à morte, e mais um aconteceu em Costa Rica no ano passado e que nossa reportagem tomou conhecimento no dia de hoje (2).
O senhor Antonio Aparecido de Oliveira, conhecido por “Carvão”, morador na Vila vale do Amanhecer, no dia 9 de outubro de 2015 procurou a Fundação Hospitalar com sintomas de dengue, e com muita dor no corpo. Depois de ser examinado por um médico, e fazer exames, o diagnostico, segundo o profissional era que o paciente estaria com uma virose. O paciente foi medicado, e em seguida voltou para a rotina. Não sabia o médico, que ele havia cometido um erro no diagnóstico e medicado aquele homem com remédios adverso aos sintomas da sua doença.
O homem estava com dengue normal, e deveria ser submetido ao tratamento de rotina. Como o médico “achou” outro diagnóstico, ou não fez os exames corretamente, receitou remédios que só agravaria a dengue que era normal para uma dengue hemorrágica.
Chegando na sua residência o senhor Antonio começou a sentir mal, as pernas queimava e outros sintomas em que indicava que o organismo reagiu com adversidade aos medicamentos que havia tomado.
No dia 15 a situação se agravou, e ele, Antonio voltou ao hospital em companhia da esposa, e já sagrava pelos ouvidos e as pernas quando pressionada sagrava também. Lá chegando na Fundação Hospitalar, ele deparou com o mesmo médico que havia lhe atendido no dia 9. Este vendo a situação de imediato chamou outro profissional, e que disse: “Você está com dengue hemorrágica”. No prazo de 1 hora no máximo o paciente já estava dentro de uma ambulância rumo a Campo Grande.
Lá na capital, Antonio ficou 45 dias se submetendo a tratamento. Segundo os médicos ele entrou em coma, mas o seu cérebro continuou normal, sem qualquer tipo de paralisia. Ele perdeu 40 kg e ficou seis meses dependendo das pessoas para sobreviver e pagar as despesas de casa, sendo que não conseguiu o beneficio do INSS, mesmo com carteira assinada.
Até hoje, Antonio está numa cadeira roda, os movimentos das pernas ainda não voltaram, e na semana passada recebeu o primeiro beneficio do INSS, depois de aproximadamente seis meses fazendo perícias e outras burocracias.
Ele precisa de uma outra cadeira de rodas e também de um andador, e já fez o pedido, segundo ele, mas não consegue devido a morosidade do serviço público municipal. Pergunta ele: “Será que vou conseguir”?
NOTA
As pessoas com dengue não pode em hipótese alguma tomar acido acetilsalicílico, o conhecido o AS. A situação se agrava quando a pessoa toma o remédio errado justamente receitado por um médico.
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