Prefeituras devem "apertar os cintos" que a crise vai ser grande, depois das sanções à Rússia

Noticias gazetacrnews em 01 de março, 2022 13h03m
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Uma nota de rublo em meio a notas de dólares.Foto: G1

Produção de alimentos deve diminuir em todo o mundo e preço do petróleo aumentar ainda mais no Brasil. 

Da Redação - Com a invasão "idiota" da Rússia a Ucrânia, uma guerra sem sentido, e com a reação do Ocidente, Europa e EUA, impondo sanções econômicas duras ao governo russo, e ao sistema financeiro daquele país, uma crise financeira e de alimentos pode afetar todo o mundo. As conhecidas commodities como petróleo, milho, trigo e gás natural pode causar impactos drásticos na economia global, elevando a inflação que já vinha sendo pressionada pelas causas da pandemia. 

O embargo financeiro a economia russa, vai reduzir importações e exportações, e isso vai causar "fraturas" na economia mundial, inclusive nos países do próprio ocidente, e o Brasil deve ser um dos que mais vai sofrer. A balança comercial do Brasil vem se sustentando, devido ao aumento dos preços, principalmente da produção agrícola patrocinado pelo governo Bolsonaro, através do Ministério da Agricultura, para equilibrar as contas do governo, pode ver reduzida às exportações de produtos como a soja, milho e a carne. 

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Com menos exportações, o país terá menos arrecadação, e com isso os cofres públicos terão dificuldades. Os acontecimentos no leste europeu, e que causa reações no Ocidente, a economia mundial pode colapsar, aumentar a inflação, gerar mais pobreza nos país latinos e ainda criar redução de arrecadação dos Estados e das Prefeituras de todo o país. 

Com menos arrecadação, os municípios tende a reduzir gastos de custeio e investimentos. 

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