Surge um “Sérgio Moros” em MS para dar esperanças à população

Judiciário em 25 de agosto, 2015 16h08m
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O Moros de Mato Grosso do Sul, Desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva

O desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva determinou os afastamentos do prefeito Olarte e do presidente da Câmara Municipal Mário César, e com essa atitude as esperanças volta para a capital do estado, Campo Grande, que está em situação de melancolia administrativa. Por outro lado, a atitude do desembargador e da GAECO, dá um recado muito claro ao ex-governador André Puccinelli e ao ex-secretário Edson Giroto, e a toda a “comitiva agregada” que a “cuíca vai roncar”.

 Local – Hoje, dia 25 de agosto, véspera do aniversário da cidade de Campo Grande, data que jamais vai ser esquecida, principalmente pelo o prefeito afastado Gilmar Olarte e o presidente da Câmara Municipal Mário César. Os dois políticos foram afastados dos cargos respectivos, prefeito e presidente da Câmara Municipal. A decisão em afastá-los, foi do desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva, que disse: “Falta ética aos políticos de MS”, foi mais longe em seus comentários: “ Os atos de corrupção aqui praticados, pode atingir dimensões compatíveis a extensão do pantanal”.

As investigações deflagradas pela Policia Federal com a Operação Lama Asfáltica em MS, apura o envolvimento de políticos, empresários e servidores públicos numa ação coordenada para roubarem os cofres públicos, não só no Poder Executivo estadual, mas em algumas prefeituras, como é o caso de Campo Grande. Nessa ação coordenada, há também suspeitas de cumplicidades no Tribunal de Contas do Estado – TCE, ou seja não fiscalizar o que deveria ser fiscalizado.

Além do prefeito afastado Gilmar Olarte e do presidente da Câmara Mário César, que segundo as investigações agiram juntos numa ação criminosa para afastar do cargo o então prefeito Alcides Bernal, do qual Gilmar Olarte foi vice, vereadores foram detidos para oitivas na sede da Gaeco, junto com empresários também acusados de ser os financiadores do pagamento de propina.

As investigações buscam como objetivo mensurar todos os participantes dessa ação criminosa, e que pode ter como idealizadores políticos que ocuparam cargos importantes no governo estadual, e que aliados a empresários e com a “mãozinha” de alguns servidores públicos, desviaram recursos de grande monta  - se fala em mais de 1 bilhão de reais (...), mais, bem mais.  

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